Determinação do fluxo salivar em crianças uruguaias portadoras do HIV
DOI:
https://doi.org/10.47990/alop.v1i2.93Palavras-chave:
saliva, doença parótida, crianças, HIVResumo
A maioria das crianças infetadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) apresentam, dentro de seus primeiros signos de doença, manifestações orais. Um dos fatores a considerar é a diminuição do fluxo salival produzido por infiltração glandular pelo próprio vírus ou como efeito secundário à tomada de medicação antiretroviral. Objetivo: Determinar o fluxo salival em crianças uruguaias portadoras de HIV, que assistem ao Centro Nacional de Referência HIV SIDA do Centro hospitalar Pereira Rossell, em Montevidéu-Uruguai. Material e métodos: Realizo-se um estudo descritivo quantitativo analítico de casos e controles. Incluíram-se todos os pacientes portadores de HIV que assistem ao Centro Nacional de referência (CHPR) e os pacientes do grupo controle eram utentes do MSP, com similares condições sócio-económicas e sãos desde o ponto de vista geral. Realizou-se o reconto de fluxo salival. As crianças do grupo de estudo dividiram-se a sua vez em dois grupos, según seu aderência ao tratamento antirretroviral, qualificada em boa ou ruim. Estudaram-se también outros parámetros como hipertrofia parotídea e actividade de caries. Resultados: Encontró-se diferença estadísticamente significativa entre as crianças do grupo de estudo e grupo controle em relaçãon a fluxo salival (p= 0,0002), independente da aderência ao tratamento antiretroviral.
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